Curioso com a assinatura de email profissional de um amigo, segui-lhe o exemplo. Nem precisa de explicações, só de um telefone com leitor de códigos de barras 2D (QrCode).
É fazer aqui: http://goqr.me/. A minha assinatura professional (um pouco resumida):
Quem quiser saber mais por ir aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/QR_code.
Aqui está outro, bem patriota:
Friday, 27 September 2013
Wednesday, 6 March 2013
Digitalização 3D - parte II
Continuando a explorar tecnologias interessantes, fui explorar um software da Autodesk que captura geometrias tridimensionais a partir de fotografias. (está aqui: 123dapp.com). A dica veio do Luís Carvão que está agora no FabLab da EDP, arquitecto do ISCTE, onde dou aulas. Isto está cheio de links mas tenho de distribuir os créditos!
Tentei duas capturas. Uma com a App para Ipad. Permite um máximo de 40 fotos e encravou a fazer upload ou a processar. Depois tirei as fotos com a minha máquina e fiz upload através do programa para PC. O resultado é fantástico, pois não refinei a malha depois da captura.
O próximo passo é testar como esta tecnologia pode replicar o que estou a fazer com um scanner de contacto, que sei que é exacto mas é bastante lento (escrevi sobre isso há uns dias).
Depois, já tenho outras ideias para desenvolver, incluindo uma aplicação a outras áreas da engenharia civil.
Aqui vai uma animação, que aprendi a fazer com os tutorials fornecidos.
Tentei duas capturas. Uma com a App para Ipad. Permite um máximo de 40 fotos e encravou a fazer upload ou a processar. Depois tirei as fotos com a minha máquina e fiz upload através do programa para PC. O resultado é fantástico, pois não refinei a malha depois da captura.
O próximo passo é testar como esta tecnologia pode replicar o que estou a fazer com um scanner de contacto, que sei que é exacto mas é bastante lento (escrevi sobre isso há uns dias).
Depois, já tenho outras ideias para desenvolver, incluindo uma aplicação a outras áreas da engenharia civil.
Aqui vai uma animação, que aprendi a fazer com os tutorials fornecidos.
Tuesday, 5 February 2013
Monday, 28 January 2013
Rhino
Estou a aprender a usar o Rhino, um software de modelação 3D que anda muito na moda. Já me tinha aparecido há uns anos, pois é usado para criar geometrias complexas sobre as quais são geradas malhas de elementos finitos ou diferenças finitas usadas em modelação de estruturas geotécnicas.
O esquema é o seguinte: cria-se uma geometria 3D no Rhino, exporta-se para um programa de geração de malhas (Kubrix) que divide os volumes em elementos tridimensionais simples, como cubos, ou tetraedros e depois exportar a malha para o programa de cálculo. No meu caso uso o FLAC, FLAC3D, o PFC ou o 3DEC, todos da Itasca. A geração de malhas é o maior problema da modelação 3d em geotecnia. É usual andar-se vários dias (ou semanas!) à volta de uma malha. Ok, outro problema destes modelos é o tempo que demorar a calcular, mas durante os cálculos podemos descansar enquanto o PC dá à manivela, só é preciso é ter prazos dilatados. Como o Kubrix custa uns largos milhares de euros e não era prioridade do LNEC comprá-lo (também não havia dnheiro!), fiz as minhas malhas à mãe e passei à frente.
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| Um túnel que me demorou uns dias a tratar no FLAC3D |
Quero agora usar o Rhino para duas coisas. Ensinar como as estruturas se comportam aos meus alunos e para aprender a fabricar objectos numa impressora 3d. Vai correr bem, de certeza.
Friday, 25 January 2013
Superfícies
E foi isto que fiz ontem e hoje:
É difícil de adivinhar o que é? Qual é a escala? Quanto o comprimento total da superfície?
Poderiam ser 10 km, e tínhamos um modelo de relevo de uma montanha e um vale. Na verdade tem aproximadamente 120 mm de lado.
É a superfície de uma diaclase, a superfície de uma rocha granítica, recolhida a algumas centenas de metros.É interessante como a representação matemática destas superfícies se assemelha a outras, muito maiores ou muito menores.
Tenho andado a digitalizar superfícies rochosas no FabLab da EDP, utilizando uma fresa de precisão que para além de escavar também pode digitalizar superfícies.De seguida vou (com o NFOS e o NIF do LNEC e a FEUP) estudar as propriedades geométricas das superfícies, aplicar-lhes umas toneladas em cima até as esmagar e voltar a digitalizá-las para ver o que lhes aconteceu.As rochas vêm do local onde está a ser estudada a construção de uma caverna da EDP, o tratamento dos dados foi feito no Scilab. Estou a evitar usar o Matlab pirata, mas está a dar trabalho e as cores do Scilab estão horríveis.
(pode-se aumentar clicando em cima)
Visto de outro ângulo:É difícil de adivinhar o que é? Qual é a escala? Quanto o comprimento total da superfície?
Poderiam ser 10 km, e tínhamos um modelo de relevo de uma montanha e um vale. Na verdade tem aproximadamente 120 mm de lado.
É a superfície de uma diaclase, a superfície de uma rocha granítica, recolhida a algumas centenas de metros.É interessante como a representação matemática destas superfícies se assemelha a outras, muito maiores ou muito menores.
Tenho andado a digitalizar superfícies rochosas no FabLab da EDP, utilizando uma fresa de precisão que para além de escavar também pode digitalizar superfícies.De seguida vou (com o NFOS e o NIF do LNEC e a FEUP) estudar as propriedades geométricas das superfícies, aplicar-lhes umas toneladas em cima até as esmagar e voltar a digitalizá-las para ver o que lhes aconteceu.As rochas vêm do local onde está a ser estudada a construção de uma caverna da EDP, o tratamento dos dados foi feito no Scilab. Estou a evitar usar o Matlab pirata, mas está a dar trabalho e as cores do Scilab estão horríveis.
Monday, 14 January 2013
Continente versus Amazon
A Amazon pode vir a substituir as grandes superfícies, tal como já esta a substituir as livrarias, tal como o ITunes (com uma ajuda da pirataria) acabaram com as discotecas (aquelas onde se vendiam discos, não as danceterias, boates, etc.).
A acontecer (e acho que vai acontecer), vai chegar mais tarde ao nosso país, pois somos um mercado pequeno. E, mesmo cá, pode atingir apenas as zonas com maior concentração populacional, mas vai fazer mossa irreparável.
Como?
É espreitar aqui e aqui.
Se viverem nos EUA podem ter o Azeite Galo entregue em casa. Sim, eu sei que é um produto de luxo. Até leva dois ll. Mas se tiverem Amazon Prime, têm entrega grátis em casa de tudo, por exemplo.
A questão é que a Amazon desenvolve há vários anos toda a tecnologia e know-how necessários para nos entregar, em casa, as compras da semana ou do mês. Começando pelo fim da cadeia, a Amazon teve de:
As ferramentas de data-minning da Amazon já devem estar prontas a adivinhar que marca de cereais queremos e quantas embalagens por mês, através da analise dos livros e dvds que compramos!
Sendo fã do Continente, espero que eles se estejam a preparar, porque esta tecnologia não se inventa em um ou dois anos. E os portugueses abraçam o que vem de fora muito depressa, se nos cheirar a modernidade!
Não se trata "apenas" de ter um site a funcionar bem. O Continente.pt deixa muito a desejar, mas há muito mais a fazer. Quando vejo os funcionários a recolher os produtos na loja penso sempre que deve haver imensas melhorias àquele processo e como se comparará à forma ultra-eficiente como a Amazon faz o mesmo.
Tenho curiosidade de saber se o peso que o online tem nas preocupações da Sonae é proporcional ao peso das vendas actuais, mas tenho esperança que não!
PS - Até à pouco tempo, se escrevessemos worten.pt no computador (sem o www.) o endereço não era resolvido e não íamos parar ao site www.worten.pt...
A acontecer (e acho que vai acontecer), vai chegar mais tarde ao nosso país, pois somos um mercado pequeno. E, mesmo cá, pode atingir apenas as zonas com maior concentração populacional, mas vai fazer mossa irreparável.
Como?
É espreitar aqui e aqui.
Se viverem nos EUA podem ter o Azeite Galo entregue em casa. Sim, eu sei que é um produto de luxo. Até leva dois ll. Mas se tiverem Amazon Prime, têm entrega grátis em casa de tudo, por exemplo.
A questão é que a Amazon desenvolve há vários anos toda a tecnologia e know-how necessários para nos entregar, em casa, as compras da semana ou do mês. Começando pelo fim da cadeia, a Amazon teve de:
- Integrar os fornecedores na cadeia, decidir que produtos são armazenados pela Amazon e quais ficam no fornecedor, estruturas de preços, etc.
- Aprender como armazenar milhões de referências, organizar armazéns e stocks de formas brutalmente eficiente, coordenar com empresas de entrega, entrega em uma ou duas fases, custos previsíveis, impostos em todos os estados dos EUA, etc.
- Desenvolver o melhor site de compras do mundo, que tanto vende LCDs como azeite Gallo ou relógios GPS para corrida. Inventaram e patentearam 1-click-buy, adivinham o que queremos comprar ou mostram-nos produtos que acertam quase sempre no que nem sabemos que queremos.
As ferramentas de data-minning da Amazon já devem estar prontas a adivinhar que marca de cereais queremos e quantas embalagens por mês, através da analise dos livros e dvds que compramos!
Sendo fã do Continente, espero que eles se estejam a preparar, porque esta tecnologia não se inventa em um ou dois anos. E os portugueses abraçam o que vem de fora muito depressa, se nos cheirar a modernidade!
Não se trata "apenas" de ter um site a funcionar bem. O Continente.pt deixa muito a desejar, mas há muito mais a fazer. Quando vejo os funcionários a recolher os produtos na loja penso sempre que deve haver imensas melhorias àquele processo e como se comparará à forma ultra-eficiente como a Amazon faz o mesmo.
Tenho curiosidade de saber se o peso que o online tem nas preocupações da Sonae é proporcional ao peso das vendas actuais, mas tenho esperança que não!
PS - Até à pouco tempo, se escrevessemos worten.pt no computador (sem o www.) o endereço não era resolvido e não íamos parar ao site www.worten.pt...
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