que foi digitalizada no scanner do Fablab da EDP. Testei como será o fecho da junta, que já não é rocha mas apenas uma matriz rectangular. Há uma foto aí abaixo, já com uns anos. Isto esteve a ganhar pó no disco, mas agora há que acabar o artigo.
Primeiro tenho de rodar a parte de cima e inverter os picos para vales e vice-versa. Depois ajustar as partes de cima e baixo para ficarem bem acasaladas: picos com vales e vice-versa. Depois, tenho de baixar o topo e ir medindo a área de contatco em toda a superfície.
Gráfico de fecho (a clássica hipérbole) e evolução do contacto nas figuras. Será que na revista (nãoposso dizer o nome) vão gostar?
Fortunato, E.; Resende, R. (2008). Three dimensional modelling of railway substructure considering non-linear behaviour of granular material. International Seminar on Interaction of Soil-Rail track for high speed railways, Lisboa.
Resende, R.; Lemos, J.V. (2004). Application of the Discrete Element Method to the Analysis of Dam Foundations with Complex Geological Setting. Proceedings of the 16th European Young Geotechnical Engineers' Conference, Viena, Áustria. pp.323-332.
R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2004). Utilização do método dos elementos discretos na análise de barragens - um modelo constitutivo de interface betão-rocha. Congresso de Métodos Computacionais em Engenharia, Lisboa. 10 p.
R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2004). Aplicação de um Modelo Constitutivo de Descontinuidade com Enfraquecimento na Análise de Fundações de Barragens de Betão. 9º Congresso Nacional de Geotecnia, Aveiro. pp. 91-100.
R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2003). Aplicação de um Modelo de Descontinuidade com Enfraquecimento na Análise de Estruturas pelo Método dos Elementos Discretos, VII Congresso de Mecânica Aplicada e Computacional, Évora. pp. 1929-1938.
Curioso com a assinatura de email profissional de um amigo, segui-lhe o exemplo. Nem precisa de explicações, só de um telefone com leitor de códigos de barras 2D (QrCode).
É fazer aqui: http://goqr.me/. A minha assinatura professional (um pouco resumida):
Continuando a explorar tecnologias interessantes, fui explorar um software da Autodesk que captura geometrias tridimensionais a partir de fotografias. (está aqui: 123dapp.com). A dica veio do Luís Carvão que está agora no FabLab da EDP, arquitecto do ISCTE, onde dou aulas. Isto está cheio de links mas tenho de distribuir os créditos!
Tentei duas capturas. Uma com a App para Ipad. Permite um máximo de 40 fotos e encravou a fazer upload ou a processar. Depois tirei as fotos com a minha máquina e fiz upload através do programa para PC. O resultado é fantástico, pois não refinei a malha depois da captura.
O próximo passo é testar como esta tecnologia pode replicar o que estou a fazer com um scanner de contacto, que sei que é exacto mas é bastante lento (escrevi sobre isso há uns dias).
Depois, já tenho outras ideias para desenvolver, incluindo uma aplicação a outras áreas da engenharia civil.
Aqui vai uma animação, que aprendi a fazer com os tutorials fornecidos.
Estou a aprender a usar o Rhino, um software de modelação 3D que anda muito na moda. Já me tinha aparecido há uns anos, pois é usado para criar geometrias complexas sobre as quais são geradas malhas de elementos finitos ou diferenças finitas usadas em modelação de estruturas geotécnicas.
O esquema é o seguinte: cria-se uma geometria 3D no Rhino, exporta-se para um programa de geração de malhas (Kubrix) que divide os volumes em elementos tridimensionais simples, como cubos, ou tetraedros e depois exportar a malha para o programa de cálculo. No meu caso uso o FLAC, FLAC3D, o PFC ou o 3DEC, todos da Itasca. A geração de malhas é o maior problema da modelação 3d em geotecnia. É usual andar-se vários dias (ou semanas!) à volta de uma malha. Ok, outro problema destes modelos é o tempo que demorar a calcular, mas durante os cálculos podemos descansar enquanto o PC dá à manivela, só é preciso é ter prazos dilatados. Como o Kubrix custa uns largos milhares de euros e não era prioridade do LNEC comprá-lo (também não havia dnheiro!), fiz as minhas malhas à mãe e passei à frente.
Um túnel que me demorou uns dias a tratar no FLAC3D
Quero agora usar o Rhino para duas coisas. Ensinar como as estruturas se comportam aos meus alunos e para aprender a fabricar objectos numa impressora 3d. Vai correr bem, de certeza.