Thursday, 6 August 2015

Lactate Treshold


Lactate Treshhold - LTP divide zonas 4 e 5, se passar para cima deste limite vou-me cansar rapidamente. Para calcular, é correr 30 minutos a abrir. O LTHR (bpm correspondente ao LTP) vão ser a média dos últimos 20'. Outra maneira de calcular é através de corridas.





Por exemplo, na 


corrida de Santo André em 2011, em que me esmerdei bastante, a média das bpm nos últimos 20 minutos foi de 180 bpm, enquanto que a média total foi de 176 bpm. 




  • Maratona do Porto em 2012 a média dos últimos 20' foi de 178, 

  • Meia Maratona de 2012 desse mesmo ano foi de 183 bpm. 

  • S. Silvestre dos Olivais de 2011 foi 188 bpm mas acho que deve ter sido porque me estourei no arranque e passei o resto do tempo a gerir! 

  • 20km Cascais-Lisboa, em 2011, foi 179 bpm.



Pois bem, vou assumir 180 bpm como o numero mágico.















Retirado daqui. Neste gráfico o LTP é 14 km/h e o BPM correspondente é 162 bpm (escala da esquerda). Não sei que raio é o LT.














Saturday, 13 June 2015

Corrida 14km


A treinar para tentar a maratona de Lisboa 2015. Uma lesão comprida que ainda não me abandonou,  se é que o fará. Vou fazendo as coisas com cuidado mas atrevo-me a passar a barreira dos 14.


Vou no metro a caminho do Cais do Sodré de onde vou sair em direcção a Cascais. Talvez já uns dez meses quite não faço uma corrida aqui no rio.


Entretanto estou diferente.  Muito mudou neste ano em mim.  E muito está a mudar.  Quem vou ser em Outubro,  quer faça a maratona quer não faça. E não é a corrida que me muda, mas tem mudado para mim.  Sei que preciso deste cansaço,  hoje é noutros dias. Quero ficar espremido, seco e vazio que vem de passar duas horas em frente sem pensar, com o corpo a existir com muito mais força que a mente e o espírito. Vamos aquecer e começar.








Depois








Fiz os 14,5 km sem grande esforço e sem sequelas.  Pelo menos até agora. Amanhã veremos. Ou na próxima  corrida. Tentei manter o ritmo acima dos cinco mas só vendo o ficheiro posso ver a média. 


Fui sempre atento ao que estava a fazer e não cheguei a passar dificuldades. Soube bem e pouco mais.




Monday, 19 January 2015

Simular o fecho de uma junta rochosa real

que foi digitalizada no scanner do Fablab da EDP. Testei como será o fecho da junta, que já não é rocha mas apenas uma matriz rectangular. Há uma foto aí abaixo, já com uns anos. Isto esteve a ganhar pó no disco, mas agora há que acabar o artigo.

Primeiro tenho de rodar a parte de cima e inverter os picos para vales e vice-versa. Depois ajustar as partes de cima e baixo para ficarem bem acasaladas: picos com vales e vice-versa. Depois, tenho de baixar o topo e ir medindo a área de contatco em toda a superfície.

Gráfico de fecho (a clássica hipérbole) e evolução do contacto nas figuras. Será que na revista (nãoposso dizer o nome) vão gostar?



Sunday, 9 November 2014

Web design - notas do Francisco C. depois da formação na Hackerschool do IST

Fotos gratuitas
Icons
- entypo (gratis)


https://hackdesign.org/ (curso gratuito)

ALISTAPART.COM Key Opinion Leader

Google Design

- visible narratives - percepcionamos as coisas pelo todo (o elemento pior define o todo)
- dois elementos próximos são identificados como um grupo
- principios básicos de um site

ATOMIC DESIGN (http://patternlab.io/)

dribbble (twiter para designers)
- UI Kits
- frameworks (http://getbootstrap.com/, fondation)

AWWWARDS
- sites premiados

Fonts
- google fonts
- typekit adobe (30$/ano)
- adobe edge fonts (gratuita)

Fotos gratuitas

icons
- iconic
- entypo (gratis)

prototipos
-wireframe (wirify.com)
- mockups (http://bohemiancoding.com/sketch/, PS, fireworks)

Passos
- analise da concorrencia
- prototipo
- integração do frontend
- publicação e teste


tudo o que está no <head> não é apresentado ao utilizador, inclui o <title>    </title> + <meta description> 

viewport - escala da página 

CSS reference (css dinamicos por pre-processador LESS SASS)

<body>

<header>

<nav>

<ul> - lista não ordenada

<li><a href='#teste'>item 1</a></li>
<li>item 2</li>
<li>item 3</li>
<li>item 4</li>

</ul>

</nav>

</header>

<div> elemento de bloco, elementos ID identificadores que só podem ser usados uma vez numa página / os CLASS podem ser usado mais vezes

<Main>
  <section id='teste'>
   <article>
       <header>
          <h3> Este é o header do artigo</h3>
      </header>
    </article>
    <aside>
                   Isto está relacionado com o artigo
    </aside>


     Secção 1</section>

  <section> Secção 1</section> 
  <section> Secção 1</section>
  <section> Secção 1</section>
   

<Footer>


hyperlink para um Div "#Footer"

<nav> NAVEGAÇÃO

<spam> elemento inline 

<a> ancoras

</body>

HTML5 elements list MDN

Editor HTML
- atom gratuito
- sublime text semigratuito
- coda2 for mac - pago
- brackets gratuito

normalize.css - estilo base para tudo o que não for definido pelo meu CSS para garantir que abre igual em todos os browsers

Thursday, 7 August 2014

Corrida até Tavira

Corrida de 12 km de pedras a Tavira e voltar, só 12 km mas bem difíceis. Arranquei devagar como sempre faço agora.em Santa Luzia parei para esticar a perna direita. Depois sem mais problemas com o músculo. Depois de passar Santa Luzia acelero para abaixo dos 4:30 e fui assim até Tavira. Mas lá estava tudo cheio de gente e fui devagar. Passei o centro até fazer 6 km e voltei para trás. Quando passei o centro de Tavira voltei a arrancar e decidir parar aos 12 km. E foi bem difícil manter o ritmo durante estes 3 ou 4 km sempre abaixo dos 4:20. O último km foi mesmo e esforço com a pulsação acima dos 190. Pensei sempre no esforço da maratona ou dos km finais das provas e aguentei.


Friday, 18 July 2014

Corrida longa

Os dois últimos treinos foram  corridas longas e mais ou menos lentas. No domingo passado, dia 13, uma como não fazia há muito tempo. Sai de casa do Cajo em cascais e vim pela marginal até a Mariana me apanhar. Deu para fazer uns 16 km. V m sempre abaixo dos 5', sem grande esforço. Há uma altura, depois dos 14 km em que começa a custar menos correr e parece que o ritmo sobe sem esforço, antes de vir algum cansaço, já depois dos 20 km.

Hoje planeei uma corrida diferente, de 2h. Queria ter feito alguma coisa entretanto, mas tenho dois artigos para acabar e fiquei sempre a trabalhar até tarde. Hoje deixei o carro em carcavelos e corri uma hora para cada lado, com o coração abaixo dos 170. Isso foi para lá, para cá já não houve saco para correr a 6' ou mais, e então subiu para os 174,  mais ou menos. De novo, foi um pouco custoso lá para o meio, mas no fim vinha bastante solto. É a frescura dos 20km! O problema é que a maratona são 40!  Mas faz sentido correr devagar, se estou a treinar para 42km. 

O que não sei é se consigo fazer algum tempo de jeito. Gostava de vir abaixo das 3:30, o que quer dizer 5'/km, mas o ritmo de treino é baixinho e isto não se arranja em dois meses, deve demorar mais tempo a construir. Tenho de relaxar e pensar no gozode correr a segunda maratona. Depois logo decido se vou fazer terceira ou se invento outra coisas que me dedicar, como o Taido ou o descanso.

Sunday, 1 June 2014

Nova série

De volta às escritas sobre os treinos.



Que ando a fazer? A correr, apenas. O k1 espero que esteja de boa saúde, estacionado em Sacavém.



A vida não tem dado para ir remar, e tenho corrido alguma coisa. De modo irregular ainda, com paragens exasperantes por causa da minha desorganização. Mas mesmo assim, quando corro corro com mais força, com mais variações de velocidade e bastantes vezes em distâncias grandes, normalmente para cima de 15km.



Tenho mais noção dos meus ritmos. Sei que os 10km se fazem pelo menos a 4''30'. Desconfio que mais rápido, talvez a 4''20', se não estiver muito calor. Tenho feito treinos longos com os últimos kms a 4''30'. Comecei a fazer séries, normalmente poucas e desorganisadas, mas acho que se nota a diferença na velocidade.



O objectivo é a maratona de Lisboa, abaixo das 3h30, 3*60+30'', 210''. Acho que está ao alcance, são 5''/km.



O objectivo não é este. O Objectivo é sair de casa e passar estes bocados de tempo em silêncio, a correr, a digerir o que se passou, sem pensar e sem fazer mais nada. É exigir e sentir a resposta. É sentir a dor, o desconforto e continuar até passar além. É falar com os fantasmas todos sem pensar. É baixar as defesas e ouvir a voz de Deus falar a um Eu mais verdadeiro. Mais cansado, mais inteiro, mais despido de planos.



A maratona é uma desculpa e um gosto.



Esta semana fiz dois treinos. Um fantástico, em Vigo, com um final aos 20km fortíssimo. Outro bem fraco passados 5 dias, com dores no joelho direito, em Belém. E hoje continua a doer, por isso vou remar depois de amanhã.