Thursday, 7 August 2014

Corrida até Tavira

Corrida de 12 km de pedras a Tavira e voltar, só 12 km mas bem difíceis. Arranquei devagar como sempre faço agora.em Santa Luzia parei para esticar a perna direita. Depois sem mais problemas com o músculo. Depois de passar Santa Luzia acelero para abaixo dos 4:30 e fui assim até Tavira. Mas lá estava tudo cheio de gente e fui devagar. Passei o centro até fazer 6 km e voltei para trás. Quando passei o centro de Tavira voltei a arrancar e decidir parar aos 12 km. E foi bem difícil manter o ritmo durante estes 3 ou 4 km sempre abaixo dos 4:20. O último km foi mesmo e esforço com a pulsação acima dos 190. Pensei sempre no esforço da maratona ou dos km finais das provas e aguentei.


Friday, 18 July 2014

Corrida longa

Os dois últimos treinos foram  corridas longas e mais ou menos lentas. No domingo passado, dia 13, uma como não fazia há muito tempo. Sai de casa do Cajo em cascais e vim pela marginal até a Mariana me apanhar. Deu para fazer uns 16 km. V m sempre abaixo dos 5', sem grande esforço. Há uma altura, depois dos 14 km em que começa a custar menos correr e parece que o ritmo sobe sem esforço, antes de vir algum cansaço, já depois dos 20 km.

Hoje planeei uma corrida diferente, de 2h. Queria ter feito alguma coisa entretanto, mas tenho dois artigos para acabar e fiquei sempre a trabalhar até tarde. Hoje deixei o carro em carcavelos e corri uma hora para cada lado, com o coração abaixo dos 170. Isso foi para lá, para cá já não houve saco para correr a 6' ou mais, e então subiu para os 174,  mais ou menos. De novo, foi um pouco custoso lá para o meio, mas no fim vinha bastante solto. É a frescura dos 20km! O problema é que a maratona são 40!  Mas faz sentido correr devagar, se estou a treinar para 42km. 

O que não sei é se consigo fazer algum tempo de jeito. Gostava de vir abaixo das 3:30, o que quer dizer 5'/km, mas o ritmo de treino é baixinho e isto não se arranja em dois meses, deve demorar mais tempo a construir. Tenho de relaxar e pensar no gozode correr a segunda maratona. Depois logo decido se vou fazer terceira ou se invento outra coisas que me dedicar, como o Taido ou o descanso.

Sunday, 1 June 2014

Nova série

De volta às escritas sobre os treinos.



Que ando a fazer? A correr, apenas. O k1 espero que esteja de boa saúde, estacionado em Sacavém.



A vida não tem dado para ir remar, e tenho corrido alguma coisa. De modo irregular ainda, com paragens exasperantes por causa da minha desorganização. Mas mesmo assim, quando corro corro com mais força, com mais variações de velocidade e bastantes vezes em distâncias grandes, normalmente para cima de 15km.



Tenho mais noção dos meus ritmos. Sei que os 10km se fazem pelo menos a 4''30'. Desconfio que mais rápido, talvez a 4''20', se não estiver muito calor. Tenho feito treinos longos com os últimos kms a 4''30'. Comecei a fazer séries, normalmente poucas e desorganisadas, mas acho que se nota a diferença na velocidade.



O objectivo é a maratona de Lisboa, abaixo das 3h30, 3*60+30'', 210''. Acho que está ao alcance, são 5''/km.



O objectivo não é este. O Objectivo é sair de casa e passar estes bocados de tempo em silêncio, a correr, a digerir o que se passou, sem pensar e sem fazer mais nada. É exigir e sentir a resposta. É sentir a dor, o desconforto e continuar até passar além. É falar com os fantasmas todos sem pensar. É baixar as defesas e ouvir a voz de Deus falar a um Eu mais verdadeiro. Mais cansado, mais inteiro, mais despido de planos.



A maratona é uma desculpa e um gosto.



Esta semana fiz dois treinos. Um fantástico, em Vigo, com um final aos 20km fortíssimo. Outro bem fraco passados 5 dias, com dores no joelho direito, em Belém. E hoje continua a doer, por isso vou remar depois de amanhã.

Tuesday, 15 October 2013

Lista de artigos antigos

Espero que isto ajude o google a encontrar os artigos antigos. Não sei se funciona.


Resende, R., Fortunato, E., Craveiro, N. (2013) Dynamic simulation of vibration propagation on an underground tunnel network set in hard rock. Congress on Numerical Methods in Engineering 2013, Bilbau, Spain.

Resende, R., Lamas, L., Lemos, J.V., Calçada, R. (2011) An investigation on stress wave propagation in micromechanical models of rock. ISRM 12th International Congress on Rock Mechanics, Beijing, China.

Resende, R., Gomes, J.P. (2010) Simulation of vibration generated by underwater blasting using statistical analysis and numerical modelling. European Rock Mechanics Symposium - Eurock 2010, Lausanne.

Resende, R., Lamas, L., Lemos, J.V., Calçada, R. (2010). Monitorização e modelação estatística e numérica de vibrações devidas a desmonte com explosivos. Encontro Nacional do Espaço Subterrâneo, LNEC, Portugal.

Resende, R.; Mata, J.; Gomes, J.; Neves, J. (2008). Vibration control of underwater blasting works using artificial neural networks. 12th Conference of the International Association for Computer Methods and Advances in Geomechanics (IACMAG), Goa, India.

Fortunato, E.; Resende, R. (2008). Three dimensional modelling of railway substructure considering non-linear behaviour of granular material. International Seminar on Interaction of Soil-Rail track for high speed railways, Lisboa.

Resende, R.; Gomes, J.P., Mata, J., Neves, J. (2008). Controle de vibrações provocadas por desmonte de rocha submersa no Porto de Leixões. XI Congresso Nacional de Geotecnia, Coimbra.

Resende, R.; Gomes, J.P. (2007). Vibration Propagation during the Leixões Harbour Deepening Works. Apresentação oral na Sessão Especializada 8 - "Vibration Induced by Blasting in Rock Masses" do 11º Congresso da Sociedade Internacional de Mecânica das Rochas, Lisboa.

Fortunato, E., Resende, R. (2006). Mechanical behaviour of railway track structure and foundation - Three-dimensional numerical modelling. RailFound' 06. Birmingham, UK.

Resende, R.P; Lemos, J.V (2006). Modelos de elementos discretos na análise à rotura de fundações de barragens de betão - um modelo constitutivo de descontinuidades com enfraquecimento. Geotecnia 108.

Resende, R.; Lemos, J.V (2006). Seismic analysis of tunnels - The Quasi-Static Method. 4th Asian Rock Mechanics Symposium, Singapore.

Fortunato, E; Resende, R (2006). Mechanical behaviour of railway track structure and foundation - Three-dimensional numerical modelling. RailFound' 06. Birmingham, UK.

Fortunato, E; Resende, R.; Pinelo, A. (2006). Modelação numérica do comportamento mecânico de vias férreas. 10º Congresso Nacional de Geotecnia. Lisboa.

Resende, R., Lemos, J.V (2005). Estudo sísmico de túneis - o modelo de análise estática equivalente. Actas das 2ª Jornadas Luso-Espanholas de Geotecnia - Modelação e Segurança em Geotecnia. pp. 343-349.

Resende, R.; Lemos, J.V (2004). Application of a discontinuity model with softening to the analysis of dam foundations using the discrete element method. Proceedings of the 1st International UDEC/3DEC Symposium: Numerical Modelling of Discrete Materials in Geotechnical Engineering, Civil Engineering and Earth Sciences (Ed. H. Konietzky), Bochum, Alemanha, Balkema, pp. 249-255.

Resende, R.; Lemos, J.V. (2004). Application of the Discrete Element Method to the Analysis of Dam Foundations with Complex Geological Setting. Proceedings of the 16th European Young Geotechnical Engineers' Conference, Viena, Áustria. pp.323-332.

R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2004). Utilização do método dos elementos discretos na análise de barragens - um modelo constitutivo de interface betão-rocha. Congresso de Métodos Computacionais em Engenharia, Lisboa. 10 p.

R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2004). Aplicação de um Modelo Constitutivo de Descontinuidade com Enfraquecimento na Análise de Fundações de Barragens de Betão. 9º Congresso Nacional de Geotecnia, Aveiro. pp. 91-100.

R. Resende, J.V. Lemos e Dinis, P.B. (2003). Aplicação de um Modelo de Descontinuidade com Enfraquecimento na Análise de Estruturas pelo Método dos Elementos Discretos, VII Congresso de Mecânica Aplicada e Computacional, Évora. pp. 1929-1938.

Friday, 27 September 2013

QrCode

Curioso com a assinatura de email profissional de um amigo, segui-lhe o exemplo. Nem precisa de explicações, só de um telefone com leitor de códigos de barras 2D (QrCode).

É fazer aqui: http://goqr.me/. A minha assinatura professional (um pouco resumida):


Quem quiser saber mais por ir aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/QR_code.

Aqui está outro, bem patriota:



Tuesday, 12 March 2013

Mais um grande treino

Hoje foram 5 km seguidos sem mexer no leme. Exagero, claro, tive de dar leme, mas não dei voltas para trás, curvas abruptas, nada. 5km sempre a andar.



A maré a rebentar com o Trancão (uns 3 dias depois da Lua nova). Até entrar e sair da água estava fácil.



Fiz 5km a subir contra o vento e a corrente, com uma média baixa a subir o rio e muito mais alta a descer. 34'' a subir e 22'' a descer.



 A água fica muito diferente quando se inverte o sentido. As primeiras pagaiadas parecem mais pesadas, depois habituamo-nos. Li um artigo sobre isso, tenho de o procurar para comparar a minha sensação com o que dizem. Em principio, se a água se movesse como uma massa uniforme não deveríamos sentir diferença, é uma questão de mudança de referencial. A velocidade do vento, que deixa de soprar pela frente e passa para as costas pode mudar, ou talvez o efeito do fundo...



 O treino foi a rolar, com umas acelerações no meio. O Garmin Connect aceitou o upload mas não mostra gráficos, deve andar em manutenção de novo. Nem aceita um update do meu peso. A última vez que me pesei foi há uns 15 dias e tinha mais 700g que hoje, o que não significa nada. Mas não é muito comum chegar aos 66kg. Tenho curiosidade em saber com quanto ficaria se treinasse todos os dias.



 A paisagem torna-se fantástica à medida que se entra mais no rio. Não é fantástica por si, apesar de bem bonita. O facto de estarmos em plenos arredores de Lisboa, com aquele cenário e fauna é que a tornam fantástica. Patos bravos, garças e outras espécies desconhecidas para mim tornam o treino uma viagem para fora do ambiente urbano onde vivo quase constantemente. Até a praia onde mais vou surfar, Carcevelos, é mais urbana que este Trancão.

 

Monday, 11 March 2013

Segundo treino no Trancão

Com um treino feito à medida para acelerar os batimentos e acumular o ácido lácteo nos braços (ele deve saber o que me espera no k2...) fui ao meus segundo treino no Trancão.



Por azelhice minha, não vi as horas da maré como deve ser e remei com maré vazia. Remei nos primeiros 1000 m da foz do Trancão, o Tejo tinha muita onda para meu gosto. A entrada para a água foi mais fácil, a saída nem por isso.



O treino correu bem, se tivesse podido ir para montante tinha sido melhor. Curto e intenso. A descrição está no ficheiro do Garmin aqui em baixo. Infelizmente estou sem a banda para ver as pulsações. Já os braços queixaram-se pouco no dia seguinte. Podia ter puxado mais?